quarta-feira, fevereiro 26, 2014

Assembléia de Deus...Ivan Bastos tem acesso negado à tesouraria da CGADB



Como anunciado na postagem anterior, ontem o pastor Ivan Bastos retomaria suas atividades como 1° Tesoureiro da CGADB, conforme decisão judicial de Primeira Instância. Com essa finalidade, veio ao Rio de Janeiro às próprias expensas, hospedou-se em casa de amigos e rumou para a sede da entidade pela manhã para cumprir o objetivo. Mas ainda não foi desta vez. O acesso à sala lhe foi negado pelo Secretário-Geral, pastor Márcio Rogério, até com o uso de segurança, sob a alegação de que cumpria ordens da Mesa Diretora, no caso do próprio presidente, pastor José Wellington Bezerra da Costa.

Na tentativa de fazer valer a decisão da Justiça, a força policial foi chamada para garantir a troca das chaves, mas para evitar tumulto, o pastor Ivan Bastos preferiu registrar o episódio na 27ª Delegacia de Polícia, usando como instrumento a "Medida Assecuratória de Direito Futuro", onde narrou a dinâmica do fato, tendo como testemunha o pastor David Teodoro Correia. 

Convém destacar, ainda, que o pastor Ivan Bastos tomou duas outras providências: gravou um vídeo, onde descreve, em resumo, como foi o seu dia ontem na CGADB e preparou um documento para protocolar, hoje, na Secretaria-Geral da entidade, mas outra vez o Secretário-Geral se negou a formalizar o recebimento, dizendo que o seu nome não consta como membro da organização. Trata-se de flagrante arbitrariedade, visto que há uma sentença de mérito que o reintegrou e até o momento a apelação da Mesa não foi recebida no efeito suspensivo, o que, provavelmente, não acontecerá, se o juiz seguir o mesmo raciocínio adotado no processo que reintegrou o pastor Samuel Câmara.





Cada vez mais percebo que a Mesa Diretora, aliás, o seu presidente, ultrapassa os limites do bom senso, pois como se costuma dizer: "Ordem judicial não se discute, cumpre-se". Mesmo que o pastor Ivan Bastos ficasse apenas um dia no cargo, em virtude de alguma nova decisão contrária, ainda assim não lhe poderia ser negado o acesso à tesouraria. Mas parece que os dirigentes da CGADB pouco se importam com as consequências. Querem esticar a corda até onde der para promover mais uma cisão nas Assembleias de Deus do Brasil. Aliás, o fato já ganhou as páginas da imprensa, com a nota "Caso de Polícia", publicada hoje na coluna Radar On-line, de Lauro Jardim, na revista Veja. Confira aqui. É uma pena que a administração do pastor José Wellington termine de forma tão vexatória.

Fonte:Geremias Couto.


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