sábado, julho 04, 2015

Caso Emilly: assassinato completa 15 dias sem desfecho

Após 15 dias da morte da menina Emilly Cristiny da Silva, de 14 anos, encontrada morta no Parque do Cortado, em Taguatinga, com sinais de violência, a família acredita que o mistério tenha chegado ao fim. Nesta sexta (3), reunidos com o delegado da 17ª Delegacia de Polícia, Daniel Gomes, eles receberam informações que sugerem que o crime está perto de ser solucionado. 
Aos familiares, Gomes teria revelado que o suspeito, Robson Gonçalves de Souza, preso na última quarta (1), assumiu a autoria do crime. "Ele confessou. O delegado disse que ele confessou", contou, ainda muito abalada, Lucineide Almeida, tia da garota.  Ao Jornal de Brasília, a Polícia Civil se limitou a dizer que o "crime continua sendo investigado".

Emocionada, a família de Emilly chora a perda da menina, mas se sentem mais confortados com o rumo das investigações. "Não vai amenizar nunca, mas só de saber que ele está preso, já é um alívio", desabafou a tia.
Relembre o caso
Emilly foi encontrada morta no último dia 18, no Parque Lago do Cortado, em Taguatinga Norte, na QNF 24. Ao recohecer o corpo, a tia da jovem revelou a reportagem do JBr. no último dia 20 que a menina estava com vários sinais pelo corpo. “Machucaram muito, ela estava toda roxa. Braços,  rosto. Me pergunto como alguém pode ser capaz de fazer isso com uma criança. E ela era tão pequenininha. Ela mal tinha seios e até os seios estavam machucados, mordidos”, lembra a dona de casa, que recorda ainda da alegria da jovem.
“Ela fazia amizade com todo mundo. Era doce, divertida e animada”, ressalta. De acordo com Lucineide, no dia em que desapareceu, Emilly avisou a avó, com quem morava na QNL 24, que iria à casa da prima gravar um vídeo.“As duas cantam e a Emilly toca violão. Então, elas faziam essas gravações para colocar na internet. Neste mesmo dia, ela parou de atender o telefone”, relata.


Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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