O governador Rodrigo Rollemberg começa a se vingar de Celina Leão usando novamente como ponta de lança o ex-supersecretário Hélio Doyle. No ex-governo do petista Agnelo Queiroz e Tadeu Filippelli foi montado um forte esquema de arapongagem que terminou nas barras do Tribunal de Justiça do DF.
A vítima era deputada distrital, Celina Leão e jornalistas considerados inimigos do governo. Vale a pena lembrar que no momento dos ataques rasteiros e clandestinos o então senador Rodrigo Rollemberg se considerava o braço direito do governo do PT.
Foi a empresa Sarkis Comunicação de propriedade de Sérgio Diniz e Rosa Sarkis, que ficava numa casa alugada no Lago Sul, bairro nobre da capital federal, que foi alojado o “aparelho” usado para invadir a privacidade dos considerados opositores de Agnelo Queiroz e Tadeu Filippelli. A denúncia formalizada pela deputada Celina Leão teve um desfecho após a eleição de Rollemberg.
É preciso ressaltar que o empresário Sarkis, que recebia dinheiro dos cofres do GDF para praticar a arapongagem era aliado e alinhado com o então senador Rodrigo Rollemberg e do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Na época Celina Leão recorreu a Rodrigo Rollemberg, mas não teve sucesso e sozinha enfrentou todo aparato clandestino usado contra os críticos do então governo petista de Agnelo Queiroz.
A impressão da hoje presidente da Câmara Distrital tinha do governo Rollemberg era de que havia derrotado o esquema petista que perseguiu durante quatro anos de seu mandato, mas com a atitude do ex-supersecretário Hélio Doyle em divulgar documentos e encontros no Palácio do Buriti com o aval do governador demonstra que o esquema sujo e rasteiro ainda perpetua no governo de Rodrigo Rollemberg.
Os ataques do supersecretário são de inteiro conhecimento do governador que chegou a usufruir do esquema de informação montado por Hélio Doyle desde o primeiro dia de seu governo, para selar toda esta história é preciso dizer que a visita do governador Rodrigo Rollemberg e da primeira da Márcia Rollemberg à cidade goiana de Água Fria teve como principal apoio o conhecido coronel Leão, homem que sempre esteve à frente da estrutura de inteligência do governo de Agnelo Queiroz.
Leão durante a visita do governador passou todo o tempo nos ouvidos de Rollemberg informando o perfil das pessoas que se aproximavam do governador. Como se vê, o esquema de arapongagem também esta nas entranhas do governo Rollemberg e fica um recado, quem não quiser ser vítima, terá de se aliar ao Palácio do Buriti.
Fonte: Celson Bianchi








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