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Por razões óbvias, as semanas que antecedem 14 de fevereiro, dia dos namorados nos Estados Unidos, é o período mais conturbado para os sites de relacionamento. Segundo Sam Yagan, CEO do Match.com, os próximos anos serão ainda mais promissores. Impulsionada pela internet móvel e redes sociais, a indústria vai alcançar novos níveis de popularidade, rentabilidade e utilidade.
De acordo com a empresa de pesquisa IBISWorld, o Match, com 1,7 milhão de assinantes, representa US$ 2,1 bilhões em um mercado que cresceu 7,1% no ano passado. Os negócios de Yagan incluem o OK Cupid, adquirido em 2011 por US $ 50 milhões; Meetiq, principal site de namoro da Europa; People Media, dona de sites de ramo como BlackPeopleMeet e SinglesMeet; e, é claro, o aplicativo Tinder.
Yagan explica que este serviço deve ser dividido em três épocas. Os primeiros anos que ficaram marcados pela busca, onde segundo ele as únicas pessoas que usavam o serviço eram “os nerds que sabiam o que era internet”. Depois, em 2000, o eHarmony inovou e trouxe, além de um serviço de busca, perguntas que testassem a compatibilidade das pessoas. Por último, atualmente, usuários só querem um jeito fácil e rápido de se encontrarem na vida real.
Sem nenhuma surpresa, sites de relacionamento saíram do desktop, notebooks e computadores para aparelhos móveis. Segundo a empresa de pesquisas eMarketer, 2013 foi o primeiro ano em que os norte-americanos passaram mais tempo no mobile que no computador, mesmo excluindo ligações. A empresa de segurança Iovation afirmou que 39% dos namoros on-line acontecem por meio de aplicativos móveis.
Além disso, o mobile é mais prático, por poder ser usado em qualquer lugar, e rápido. “Você se sente patético e desesperado, ao sentar na frente do computador e responder o questionário que demora mais do que o calculo do imposto de renda, apenas para conhecer pessoas”, afirma Kate, de 31 anos. Ela encontrou seu atual namorado no Tinder.








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